Duplo Twist Carpado
A excelente ginasta Daiane dos Santos teve um início tardio na ginástica olímpica, ela foi descoberta aos 11 anos de idade e em poucos anos já estava participando de competições internacionais e mesmo sem ter o preparo de base de suas adversárias, ganhou um campeonato mundial graças a um movimento de sua autoria e de muita dificuldade chamado Duplo Twist Carpado.
Graças a esse movimento e outros também criados por ela, e a muitas horas de treino, a ginasta brasileira teve uma carreira bem sucedida para os padrões brasileiros inclusive faturando outro olímpico.
É uma típica representante da saga dos brasileiros de sucesso e que merecem nosso respeito, que apesar das vitórias, teve uma carreira inconstante devido a uma instituição nacional centenária: Pular Etapas!!!
A cultura nacional da "pulação" de etapas é histórica e não tenho conhecimento nem subsídios para dizer se é tupiniquim como a jabuticaba ou se foi importada de algum dos nossos colonizadores, já que podemos ver algumas atitudes puladoras desde quando os jesuítas foram substituídos por enviados de Pombal na alfabetização dos índios sem que se tivessem preparado os professores para lidar com alunos diferenciados, sempre em nome da agilização do processo.
Aliás sempre que ouvirmos falar em agilização do processo, podemos procurar que encontraremos uma ou mais etapas puladas.
Pular etapas, no Brasil, é democratico pois acontece no serviço público e na iniciativa privada, e disseminada entre ricos e pobres, intelectuais e iletrados, homens, mulheres, coloridos ou pálidos!
Devido a instituição da pulação de etapas como um dos valores brasileiros não conseguimos evoluir nosso pensamento analitico, visão sistêmica, entendimento espiritual, preparo físico e toda e qualquer atividade que exija treinamento, repetição disciplina e estudo.
Fomos treinados a pular etapas basicamente por um motivo bem simples. Copiamos!!!
Desde que nos deram espelho, cinco séculos atrás, não fazemos outra coisa a não ser copiar, desde pequenas coisas, como espelhos, até modas e comportamentos.
Nos países que se empenham a criar e desenvolver, as pessoas vão sentindo necessidade de algo, outras pessoas fazem uma análise dessa necessidade, um outro grupo pesquisa a viabilidade e outros tantos grupos partem para o desenvolvimento e efetivação do bem, serviço ou comportamento que vai satisfazer a necessidade demonstrada anteriormente.
Aqui do lado de baixo do equador sentimos a necessidade e vamos atras de quem já fez, pagamos caro pelo pacote pronto e usamos sem mesmo saber se funciona para as nossas necessidades.
Trazemos para o nosso convívio confortos que não damos conta de manter, tecnologias que não damos conta de fazer funcionar, modismos que não temos estrutura de seguir, coisas que não damos coisa de pagar e fazemos isso porque não temos capacidade e vontade de desenvolver por nós mesmos.
Quando falo de vontade, logo ouço alguém falar que não temos os recursos, principalmente financeiro, para fazer coisas melhores, mas eu insisto na vontade, porque quando há vontade esta serve inclusive para buscar o recurso.
Infelizmente o pular etapas vem da preguiça do modelo macunaíma que nos faz parar no meio do caminho assim que atingimos o minimo necessário. Quando comecei o curso de inglês meu paradigma era poder me comunicar em uma viagem, assim que consegui esse nível, tranquei a matricula na escola de idiomas, usei o dinheiro da mensalidade para trocar de carro e depois de um tempo perdi ótimas chances por não ter chegado a proficiência em língua inglesa. Quando tive que fazer viagens sérias a negócios descobri que essa pulada de etapa me fazia ficar para trás de outros negociadores.
Esse é apenas um dos milhões de exemplos que nos torna tupiniquins eternos esperando o vento nos levar para um porto seguro e lá esperar que em um dado momento alguma oportunidade bata em sua porta.
Meu objetivo é que as pessoas tivessem mais da persistência de Ayrton Senna em suas personalidades. para que com trabalho e direção divina conseguíssemos conquistar: prêmio nobel, campeonatos mundiais, empresas competitivas, governos eficazes, igrejas avivadas e principalmente, melhor qualidade de vida.
Graças a esse movimento e outros também criados por ela, e a muitas horas de treino, a ginasta brasileira teve uma carreira bem sucedida para os padrões brasileiros inclusive faturando outro olímpico.
É uma típica representante da saga dos brasileiros de sucesso e que merecem nosso respeito, que apesar das vitórias, teve uma carreira inconstante devido a uma instituição nacional centenária: Pular Etapas!!!
A cultura nacional da "pulação" de etapas é histórica e não tenho conhecimento nem subsídios para dizer se é tupiniquim como a jabuticaba ou se foi importada de algum dos nossos colonizadores, já que podemos ver algumas atitudes puladoras desde quando os jesuítas foram substituídos por enviados de Pombal na alfabetização dos índios sem que se tivessem preparado os professores para lidar com alunos diferenciados, sempre em nome da agilização do processo.
Aliás sempre que ouvirmos falar em agilização do processo, podemos procurar que encontraremos uma ou mais etapas puladas.
Pular etapas, no Brasil, é democratico pois acontece no serviço público e na iniciativa privada, e disseminada entre ricos e pobres, intelectuais e iletrados, homens, mulheres, coloridos ou pálidos!
Devido a instituição da pulação de etapas como um dos valores brasileiros não conseguimos evoluir nosso pensamento analitico, visão sistêmica, entendimento espiritual, preparo físico e toda e qualquer atividade que exija treinamento, repetição disciplina e estudo.
Fomos treinados a pular etapas basicamente por um motivo bem simples. Copiamos!!!
Desde que nos deram espelho, cinco séculos atrás, não fazemos outra coisa a não ser copiar, desde pequenas coisas, como espelhos, até modas e comportamentos.
Nos países que se empenham a criar e desenvolver, as pessoas vão sentindo necessidade de algo, outras pessoas fazem uma análise dessa necessidade, um outro grupo pesquisa a viabilidade e outros tantos grupos partem para o desenvolvimento e efetivação do bem, serviço ou comportamento que vai satisfazer a necessidade demonstrada anteriormente.
Aqui do lado de baixo do equador sentimos a necessidade e vamos atras de quem já fez, pagamos caro pelo pacote pronto e usamos sem mesmo saber se funciona para as nossas necessidades.
Trazemos para o nosso convívio confortos que não damos conta de manter, tecnologias que não damos conta de fazer funcionar, modismos que não temos estrutura de seguir, coisas que não damos coisa de pagar e fazemos isso porque não temos capacidade e vontade de desenvolver por nós mesmos.
Quando falo de vontade, logo ouço alguém falar que não temos os recursos, principalmente financeiro, para fazer coisas melhores, mas eu insisto na vontade, porque quando há vontade esta serve inclusive para buscar o recurso.
Infelizmente o pular etapas vem da preguiça do modelo macunaíma que nos faz parar no meio do caminho assim que atingimos o minimo necessário. Quando comecei o curso de inglês meu paradigma era poder me comunicar em uma viagem, assim que consegui esse nível, tranquei a matricula na escola de idiomas, usei o dinheiro da mensalidade para trocar de carro e depois de um tempo perdi ótimas chances por não ter chegado a proficiência em língua inglesa. Quando tive que fazer viagens sérias a negócios descobri que essa pulada de etapa me fazia ficar para trás de outros negociadores.
Esse é apenas um dos milhões de exemplos que nos torna tupiniquins eternos esperando o vento nos levar para um porto seguro e lá esperar que em um dado momento alguma oportunidade bata em sua porta.
Meu objetivo é que as pessoas tivessem mais da persistência de Ayrton Senna em suas personalidades. para que com trabalho e direção divina conseguíssemos conquistar: prêmio nobel, campeonatos mundiais, empresas competitivas, governos eficazes, igrejas avivadas e principalmente, melhor qualidade de vida.
Parar de pular etapas de desenvolvimento é um fator de sucesso!